Archive for Fevereiro, 2006

Redação com estilo

Fevereiro 27, 2006

Este texto circulou pela internet há alguns anos atrás:

Redação com estilo

Há quem considere escrever uma verdadeira tortura. Falar, tudo bem. Mas colocar no papel é uma árdua missão. Ter um bom texto é preocupação de muitos, principalmente no dia-a-dia do profissional. Para isso, nada melhor do que ler e treinar, sempre que possível. Abaixo, colocamos algumas regras que podem auxiliar na hora de produzir qualquer material:

1. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, conforme deve ser do conhecimento de V. As. Outrossim, tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.

2. Frases com apenas uma palavra? Corta!

3. Evite abrev., etc.

4. Não abuse das citações. Como costumava dizer meu pai: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.

5. Frases incompletas podem causar

6. A voz passiva deve ser evitada.

7. Seja mais ou menos específico.

8. Anule aliterações altamente abusivas.

9. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

10. Quem precisa de perguntas retóricas?

11. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.

12. Não abuse das exclamações! Seu texto fica horrível! Sério!

13. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar repetitiva. A repetição vai fazer com que a palavra seja repetida.

14. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação

15. Evite frases exageradamente longas, por dificultarem a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-las e seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular pelo uso de frases mais curtas.

16. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia carlos machado, meu professor lá do colégio santa ifigênia, em salvador, bahia.

17. Palavras de baixo calão podem transforma seu texto numa porcaria.

18. Cuidado com a orthographia, para nao estrupar a língua.

19. Seja seletivo no emprego de gíria, bicho, mesmo que sejam maneiras. Sacou, galera?

20. Nunca use siglas desconhecidas, conforme recomenda a A.G.O.P.

21. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

22. Seja incisivo e coerente. Ou talvez seja melhor não…

23. Exagerar é 100 bilhões de vezes pior do que a moderação.

24. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

25. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”

26. Nunca generalize: generalizar é sempre um erro.

27. Estrangeirismos estão out, palavras de origem portuguesa estão in.

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Slogans

Fevereiro 27, 2006



Efeito da Maionese Hellman’s

Fevereiro 19, 2006

Tá ligado aquele comercial da Hellman’s, que um explorador é pego por uma tribo canibal e para não ser comido, ele presenteia a tribo com um pote de maionese Hellman’s? Pois é, imaginemos que o líder da tribo fosse nosso querido companheiro Luis Inácio Lula da Silva. A situação seria a seguinte:
O explorador entregaria o pote à Lula, ele experimentaria, gostava, ofereceria a maior parte para seus conselheiros e donos de terras da tribo, daria o restinho aos humildes e ainda pediria mais maionese Hellman’s emprestada “fiado” ao explorador.

E imaginemos se o líder fosse George W. Bush.
O explorador entregaria o pote de maionese à Bush, ele mandaria algum guarda idiota seu checar se aquilo não se tratava de uma bomba, câmera ou microfone de alguma outra tribo espiã, depois provaria, gostava, agradeceria ao explorador, dava-lhe comida e dormitório durante aquela noite, e enquanto estivesse durmindo, o explorador seria morto, pois ele era uma “ameaça” à tribo.

Se o líder fosse Mick Jagger a situação seria a seguinte:
O explorador entregaria o pote de maionese Hellman’s à ele, ele gostava, usaria a imagem do pote em todos os seus shows na tribo, comecaria uma carreira solo ao lado do seu inseparável pote de maionese e iria fazer shows de graça e distribuir maionese em outras tribos só pra comer as menininhas gostosas de lá.

Call of Duty 2

Fevereiro 19, 2006

Hoje eu fui pruma Lan House, e passei em torno de 2 horas e 45 minutos jogando Call of Duty 2.
– OHMYGOD!!!11 QUE LEKAWLZ AEWLZ!!1!!!1 Mas que jogo é esse?

Pois é. Call of Duty é um jogo de tiro em primeira pessoa, onde você é um soldado chamado Vassili, que está em Moscou, em 1941 começando seus dias de guerra. Pois é amikowl!!!!1
Não demorou muito pra eu notar uma coisa: o headphone que eu estava usando era duas vezes maior que a minha cabeça!! :O
Bem, no começo eu notei que o jogo é ótimo até mesmo pra os que não jogam CS pois são muito ruins. Isso mesmo, amiguinho, mesmo você sendo ruim em CS, em Call of Duty 2 você pode se dar bem! Yeeeessssss!


Então, o jogo tem falas em inglês, e se você não souber vai ser difícil, mas ainda tem um radarzinho lá pra te ajudar. Andando, arrastando-se e levando bala, consegui levar meus amiguinhos soldados muitas vezes para a base do inimigo, e muitas vezes, eu não conseguia esperá-los e ia pra lá enfrentar os germânicos sozinho. Não matava todos mas uma boa quantidade, e levava muito chumbo. Uma coisa que eu pude notar também é que aquelas armas antigas não atigiam à longas distâncias, principalmente os rifles, apenas armas como snipers, que eram especializadas nesse tipo de ataque.


Mirando, atirando, mirando, atirando e nada de acertar aquele maldito soldado germânico. Estava quase o acertando, quando chega uma estranha figura do meu lado, fala algo, e eu, com o headphone não consegui ouvir direito.
– Ahn?
– Hã… hã… num tinha uma lente maior não? Hãhã…
– ? …

Como não entendi, voltei ao meu jogo, e apenas 3 horas depois, me lembrei da fala do meu colega, que me parecia um tanto desprovido de inteligência. A lente, era a do meu óculos, a armação, que, nem é tão grande, mesmo meu rosto sendo pequeno.

Pois é, quando for pra uma Lan House, vá jogar Call of Duty 2, que é o melhor que você pode fazer =)

Eletrizante.

Fevereiro 17, 2006

Estava eu, no meu quarto, deitado, quando vejo um comercial sobre um filme que iria passar na Globo.
“Uma eletrizante aventura, estrelando Fulano Silva e Cicrana de Sá…”

Porra, quantas vezes eu ou vocês já viram comerciais de filmes com a palavra eletrizante? Olha a falta de criatividade dos caras, quando não têm nenhum adjetivo bom pro filme, que geralmente é uma porcaria, metem o maldito eletrizante no meio.

Agora, imaginem vocês, numa pequena cidade, em casa, assitindo uma TV, quando passa um carro de propaganda, daqueles que têm um som no volume no máximo avisando:

Morreu Ivanilda Ferreira da Silva aos seus 87 anos, ontem. Venha acompanhar seu eletrizante enterro, estrelando: Padre Abigail Sá e Dona Maria. Você não pode perder.

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Correto.

Fevereiro 11, 2006

Li este texto pela primeira vez em 10 de fevereiro de 2005, no meu livro de português da escola. Achei tão bom que resolvi pôr aqui, e para não ter o trabalho de digitá-lo novamente, resolvi procurá-lo na internet. Aqui está:

Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota ‘zero’. O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma ‘conspiração do sistema’ contra ele. Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido.
Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: ‘Mostrar como pode-se determinar a altura de um edifício bem alto com o auxilio de um barômetro.’ A resposta do estudante foi a seguinte:
‘Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício.’
Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredito. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de Física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão. Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder a questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de Física.
Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder.Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor. Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse.
No momento seguinte ele escreveu esta resposta:
‘Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo t de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula = (1/2)gt^2calcule a altura do edifício.’
Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.
Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.
“Ah!, sim,” – disse ele – “há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro.”
Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.
“Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo. bem como a do edifício. Depois, usando uma simples regra de três, determina-se a altura do edifício.”
“Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas.”
“Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g’s, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença.”
“Finalmente”
, concluiu, “se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se:
‘Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente.'”
A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta ‘esperada’ para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa.

Este texto foi retirado do site http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/jokes/barometro.html.
Segundo fontes, este texto circulou na internet por volta de 2000, e muitos dizem que o estudante era Niels Bohr, o único norueguês a ganhar o Prêmio Bonel de física – lógico.
Agora eu me lembrei de uma coisa que meu professor de Português disse: “É um saco trabalhar este texto no início do ano”. Ora, por quê? Houve uma atividade na sala, em que as pessoas deveriam diferenciar lugar comum de lugar-comum. Pois é, qual o problema? Lugar comum é um lugar muito freqüentado por pessoas, e lugar-comum são termos muito usados, e lugar-comum é uma expressão ou idéia bastante conhecide e repetida. Até aí tudo bem, mas essa idéia começou a mudar quando meus “coleguinhas” de classe começaram a ter uma “diferente noção” da idéia e responderam que a diferença entre as duas palavras era o hífen.

Outra coisa que este texto me fez lembrar foi uma tirinha de Quino – também presente no meu livro de Português -, onde a professora está fazendo uma pergunta à Liberdade, menininha, personagem do cartinusta.
“- Vamos ver, liberdade; este é um triângulo… como?
– Como deus manda
– Não, preste atenção; se este lado, este lado e este lado medem a mesma coisa, é um triângulo… ?
– Chatíssimo
– Não!! Um triângulo cujos lados SÃO TODOS IGUAIS é… ?
– Ah! … Socialista!

Uísque

Fevereiro 11, 2006

“Lula devia sempre pedir ao ministro da Justiça, Thomaz Bastos, os nomes para o Judiciário. Quando o ministro sugere, Lula acerta. O paulista Enrique Lewandowski, nascido carioca, vai para o Supremo com aplausos.Mas nos gabinetes mordazes do Senado corre uma história hilária. Lula estava querendo indicar primeiro uma mulher. Mas, quando leu o sobrenome do desembargador – Lewandowsky – ficou logo todo animado: – Como é que se pronuncia? Levandouísque? Já está indicado!”

Este texto foi retirado do site http://www.julioferreira.net.

“por que não visitar o çaite?”

Fevereiro 6, 2006

[coelho] back diz:
por que não visitar o çaite?

Eduardo – http://tinyurl.com/927vy NAO VISITE ESSE SITE! diz:
porque reinicia o PC.

__________________
A seguinte mensagem não pode ser entregue à todos os destinatários:
porque reinicia o PC.



Ahhh, que crueldade gente, coitado do cara… hihihi…

2° dia de aula

Fevereiro 3, 2006

Hoje foi meu segundo dia de aula, pois eu fui lá no dia 1 e no dia 2 não, porque perdi a hora =~
O colégio Motivo, além de serum colegio enorme, tem ótimos professores, um ambiente agradável e muita gente bonita =”

Uma coisa curiosa, é que hoje, o professor de geografia falou sobre a europa, e sobre os indígenas.
“Os indígenas são chamados de primitivos, mas como podem ser eles primitivos se eles não matam uns aos outros? Ajudam o próximo, fazem o bem à natureza, e não danificam ela como nós?”
Pois é, reflitam aê, seus bastardos : D

Outra coisa beem legal foi a zuera na sala de aula. Rolou muito apelido e até puseram uns apelidos num gordinho lá da sala: Tesão, Coxinha… vão até fazer um fã-clube dele, no orkut, já tiraram foto e tudo mais.
Agora, desliga esse computador e vá ler um livro! (Sherlock Holmes, pra ser mais específico)

Colégio pró-EMOs.

Fevereiro 1, 2006

É pessoal. Estava eu, passeando no meu colégio (Colégio Motivo), alegremente, quando eu vejo um lixo visual.

EMOTIVO
blá blá blá dia do estudante”
Um cartaz com isso escrito, em letras beeeeem grandes.
Vocês já devem saber da nova modinha. EMOs.
Poisé, EMO, é a sigla para EMOTIVO. Legal, né? Um colégio pró-emos. Eita orgulho…