Criatividade

Outubro 15, 2006

Queopareol
Tô sem criatividade nenhuma, isso já faz algumas semanas. Alguém me oferece uma pílula? Seja qual for a cor eu escolho a vermelha, obrigado.

Vídeos da Semana

Outubro 15, 2006

Cia. os Melhores do Mundo – Os Criadores de Joseph Clever (YouTube)
http://www.youtube.com/watch?v=HXdEylfP1Cs

Entrevista com político gago no programa do Jô (Google Video)
http://video.google.com/videoplay?docid=335626457027735598&hl=en

Clodovil Suvinil – Propagandas que não vão para a TV (YouTube)
http://www.youtube.com/watch?v=JJq0WjyQbQQ

Comerical da Revista Época – O melhor que já vi (YouTube)
http://www.youtube.com/watch?v=KU7pUs2opis

Leis da filosofia

Outubro 15, 2006

Lei da filosofia nº 1:

Para cada filósofo existe outro pró ou contra ele.

Lei da filosofia nº 2:

Os dois estão errados.

Outubro 12, 2006

– Posso te conhecer?
– Não.
– Te dar um beijo?
– Não.
– Posso devolver o seu celular que acabou de cair?
– Ai meus deus você achou, obrigado, como posso te agradecer?
(HiHiHi)

Presente de Dia das Crianças

Outubro 6, 2006

Caro Jr.,

Como você deve saber, papai não tem muito dinheiro para comprar seu presente de dia das crianças. Mas mesmo assim, fui no shopping ver o que tinha para comprar para meu querido filho. Na primeira vitrine que vi, dei de cara com aquele carrinho com motor super turbinado que corre a até 40km/hm e tem controle remoto. Logo pensei que você queria este carro aos 7 anos, e achei que você já desenvolveu demais a sua mente, e que já não deve ligar muito para o carrinho. Depois, vi uma vitrine com aquele Playstation 2 que você tanto queria para passar tardes jogando. Lembra? “Aê pai, compra um pleisteicho pa nóis dois fica jogando de tarde mano” pois é, quando vi o videogame não pude deixar de lembrar de você. O problema é que, como você queria o bendito videogame para que nós jogássemos todas as tardes, e eu estou todas as tardes no trabalho, não pude comprá-lo, pois não há outro horário para nós jogarmos, a não ser de manhã, mas de manhã você está no colégio. Depois de muito procurar, achei um presente que é ideal para você: um computador. Mas eu logo me lembrei das tardes que você passa com seus amigos, jogando bola, conversando, brincando… o computador iria tirar toda a sua infância, então não comprei. Pensei também em comprar o novo Nike Shox 37 molas com amortecimento absoluto de impacto (não sei pra quê tanta mola) que você tanto queria. Enchi meus olhos de lágrimas de felicidade ao imaginar o sorriso estampado em seu rosto ao ganhar o presente, seria a melhor imagem que um pai poderia ver. Mas logo me lembrei que não sei o seu número, e que eu podia comprar errado, e você iria reclamar, chorar, espernear, e etc., então resolvi nem comprar. Me vi de cara com a perfeição – aquela camisa do Vasco que você sempre me pediu, mas que eu só dei uma touca com o símbolo do Vascão, a que você usa até hoje. Então pûs a mão no bolso e percebi que só tinha 5 reais, comprei 2 churros, e um é seu, com todo amor e carinho, e mais um abraço e feliz dia das crianças,

Papai.

Em Que Posição

Outubro 6, 2006

Do mesmo autor de “Mosgos e Líquins”…

Em que posição este país ocupa na região?

Peraê! Eu sou palmeirense!

Setembro 27, 2006

Não, essa não é uma história verídica. Isto é um trabalho escolar, um conto. Resolvi postar pra vocês aqui pois achei agradável, enjoy.

Miguel saiu de casa em direção ao bar – era Sábado, nada de trabalho. Sentou-se à uma mesa pequena e pôs-se à procurar o garçom pelo bar. Não o encontrou, mas reconheceu um amigo, que vinha em sua direção.
– Eaí, Miguel, há quanto tempo, hein!?
– Opa rapaz, pois é, como vai a vida?
– Vai bem, exceto pelo meu “timão”, rê rê… E contigo?
– Não poderia estar melhor, com o meu “verdão” liderando… e se continuar desse jeito to crendo que o campeonato é nosso…
– Altos e baixos da vida… o problema do Corinthians é essa diretoria… O técnico antigo também acabou com o time… Mas agora que esse Júlio chegou, to pondo a maior fé nele…
– Que nada, teu time não tem futuro, é péssimo e sempre será…
– Ah é? To indo daqui à uma hora pro jogo… Vamos fazer o seguinte… Eu to sem o meu carro, que tá no conserto. Se o Corinthians vencer o São Paulo hoje, você me leva no próximo jogo, e ainda assiste comigo, junto da torcida.
Miguel pensou bem. O Corinthians estava entre um dos últimos, a diretoria era péssima, e os jogadores piores ainda. Se perdesse mais dois jogos, seria eliminado do campeonato.
– Beleza! Hoje quem paga a conta sou eu!
Comeram, beberam, conversaram e depois Carlos teve que se despedir. Miguel pagou a conta e foi para casa. Esperou o horário de transmissão do jogo pela TV para assistir. Ele nunca iria se arrepender tanto de uma aposta.
A campanhia toca. Miguel olha pelo olho-mágico e abre a porta.
– Eaí Miguel, tudo pronto?
– Eu ainda apronto uma contigo…
– É, mas enquanto isso você vai ter de se contentar com o jogo do Corinthians. E com essa camisa que eu comprei pra você.
– Sai pra lá, o combinado só foi, no máximo assistir ao jogo com você…
– Ah, veste aí…
– Nem morto.
Miguel manteve sua palavra. Chegaram uma hora antes do jogo começar, mas mesmo assim já haviam muitas pessoas.
Enquanto procuravam um lugar para ficar, Miguel notou o olhar ameaçador dos torcedores.
– Passa essa camisa pra cá.
– Ué, você falou que não queria…
Passa logo.
– Tá bom, tá bom…
O jogo começa. Miguel tenta disfarçar, e pelo visto ninguém o nota. Quando o 1º tempo termina, ele dá graças à Deus por ainda estar vivo. Mas o intervalo termina, e sucessivamente, o 2º tempo. O narrador parecia estar empolgado.
– E é escanteio para o Palmeiras… Daniel se prepara para a cobrança… Ele chuta… Junior cabeceia… É goooooooooooooooooooooooool… do Palmeiras! Junior aos sete minutos do segundo tempo…
A torcida vibra, mas não Miguel. De repente, ele é empurrado. Cai por cima da torcida. Levanta-se, vê o tumulto no portão de acesso ao estádio: os torcedores empurram as grades, enquanto os policiais tentam conter a multidão. Ele fica parado, olhando o confronto. Ele não havia visto os policiais que estavam vindo para a torcida. Ele corre, é sua única saída, mas mesmo assim é pego por um dos policiais.
– Baderneiro, hein!?
– Não! Peraê! Me solta! Eu sô Palmeirense, pô!
– Palmeirense? Que nada, você vai é em cana, e pelo menos essa noite você passa na delegacia, isso eu posso lhe garantir.
O policial leva Miguel para dentro de campo, onde estão os outros policiais. A torcida vê um rapaz sendo levado nas algemas para dentro de campo. Os comentários logo surgem.
– Ele atirou uma garrafa no juiz! Eu vi!
– Não! Pior! Ele é palmeirense!
A torcida vaia. Ele é levado para a delegacia.
– Baderna, hein? – diz o delegado – dá uns tabefes nesse safado, e deixa ele no mínimo uma semana numa cela.
– Ei! Peraí! Não fui eu não! Eu não sô corinthiano não, eu sou palmeirense, pô!
Os policiais caíram na gargalhada.
– Palmeirense? Você é preso num tumulto, na torcida do Corinthians, com uma camisa do Corinthians e fala que é palmeirense?
– Não! Eu não tava tumultuando não! Me empurraram, não tive nem tempo de me levantar direito e me prenderam!
– Isso é verdade? – perguntou o delegado ao policial que havia prendido Miguel.
– Eu o vi tumultuando.
– Põe esse safado numa cela, logo, tira ele daqui.
– Ei! Peraí! Eu tenho como provar!
– Como?
– Minha avó, ela sabe que eu sou palmeirense, ela também é!
– E você tem como chamar ela aqui?
– Só preciso de uma ligação.
– Deixa ele ligar pra a avó dele aí – disse o delegado à um policial – mas que não demore – dirigindo a voz à Miguel.
Miguel ligou para a avó, e explicou tudo. Ela teria de vir para a delegacia provar que ele era palmeirense. Esperaram durante 2 horas para que Dona Guilhermina chegasse. A senhora subiu os dois degraus da delegacia com muita dificuldade e sentou-se em uma cadeira em frente ao delegado.
– Então, Dona Guilhermina, a senhora é palmeirense?
– Ô, meu filho… Sou de São Miguel dos Reis… Uma cidadezinha de São Paulo… Lugar lindo, passei minha infância toda lá…
– Não, minha senhora, eu estou perguntando de que time a senhora é! – disse o delegado.
– Quê? Se eu conheço São José? Ahhh… São José… Eu já fui pra lá sim… Foi lá que eu conheci meu primeiro amor… Ah Aderbal… Quanta saudade… – suspirou a velhinha.
– Ííííí… Ô Adeílson, traz lá o baderneiro pra ver se ela reconhece o rapaz – disse o delegado à um policial.
Cinco minutos depois chega Miguel, algemado, e com alívio ao ver a avó.
– Vó! Vó! Sou eu vó, seu neto, Miguel! Fala pra eles que eu sou palmeirense, fala!
– Quem?
– Seu neto! Miguel!
– Hein? Manuel? Ahhh… Meu esposo… Manuel… Que saudades… Tão novo, se foi, coitado…
– Manuel? Esposo? – estranhou Miguel.
– Já chega. Tira esse pilantra daqui! – disse o delegado.
Miguel reluta, não quer voltar para a cela. Os policiais quase o levam da sala, quando Dona Guilhermina reage:
– MIGUEL! MIGUEL! MEU NETO! Há quanto tempo meu filho!
Depois disso ela muda sua expressão. Leva a mão ao peito e cai no chão, morta. O policial estava certo: pelo menos aquela noite Miguel passou na delegacia.

 

Boletim

Setembro 23, 2006

Josiscleydilson Jr. precisava fazer alguma coisa. Seu boletim só tinha notas baixas, e pra piorar, ele brigava muito na escola.
Ele precisava, urgentemente, fazer algo. Mas não fez. Porque ele é vagabundo.
– Aê mano, tó esse bagulho aí meu
– Xô vê esse negócio aqui – disse a mãe ao receber o boletim – 3? 4 e meio? Isso é nota que se tire? DOIS!? Vai ficar de castigo até melhorar essas notas. Enquanto isso sem mega-drive e playtime.
– IH, KOÉ TIA, E QUANTO AOS DIREITOS HUMANOS E DA CRIANÇA, MANO!?

E essa foi uma das várias vezes em que J.J. foi dormir com o bumbum vermelho.

– Josiscleydilson, já estudou?
– Xiu aê
– COMO É QUE É?
– Tô estudando
– Ah… e tá estudando o quê?
– eita que mulé boa mano…
– Quê?
– AH, Boa, Boa, comida boa faz bem pra a saúde…
– Bem, em todo o caso, eu vou lá na 25 de março comprar uns presentes pros seus primos que fazem aniversário próxima semana. Vou deixar a chave na vizinha, então você vai ficar aqui preso. Juízo, hein!
– Pó dexá, velha.
– Como?
– Eu disse “traiz pra mim suco de groselha”
– Se tiver eu compro lá. – beija a bochecha – cuidado, viu, não abra pra ninguém não!
Ela sai. Josiscleydilson Jr. pega o telefone e disca.
– Aí Dilsinho, tá liberado aê mano, a véia já foi simbora
– Ae mano beleza mano
– Trais logo a chave ae mano
– Beleza mano
Dilsinho chega na casa de J.J. Abre o portão da casa depois de 30 minutos de tentativas e trocas de chave.
– Aê mano da próxima veiz se cê demorá eu te dô uns crock mano
– Aê Josis, pó dexá mano
Além dele, todos os seus amigos o achavam superior. Claro, a maioria deles tinha 3 anos a menos que ele. Dilsinho era o mais velho, tinha 2 anos de diferença – 9. Já J.J. tem 11.
Vão até a esquina e usam o único orelhão – fazem malabarismos pra subir um em cima d outro e poder apertar as teclas.
– Alô aê mano – fala J.J. ao telefone
– Alô, quem é? – fala a voz do outro lado da linha
– Eaê mano
– Quem é?
– Aê mano beleza?
– Quem é??
– Aê mano tem um carro de gelo aí na frente mano
– Você quer saber se tem um carro de gelo na frente da minha casa… peraê, cê tá me achando com cara de palhaço?
– Aê mano intão é porque ele já derreteu aê
Desliga. Os dois caem na risada. Pelo menos pra eles é engraçado.
Discam um novo número.
– Alô aê mano
– Alôa?
– Eaê mano beleza
– Aloa, quem éa?
– Aê mano aqui é o Mário mano
– Quem éa? Ah, Mário? Quer que eu chame ele, éa? MáriÔÔ!!
J.J. desliga. Essa não colou.
Subitamente, chega a polícia.
Que que ceis tão fazendo aí?
– Aê mano eu tô ligano pa a minha avó mano… alô vô, tá tudo bem sim mano
– Que palhaçada é essa? Os dois pro camburão. Vamovamovamo
Os dois vão pra a delegacia. Lá, os policiais chamam a mãe de Josiscleydilson.
– MEU FILHO!!! O que você fez meu filho!? Tava passando trote, era?
– Nem aê véia
A mãe de Josiscleydilson levanta a mão, mas depois baixa. Os policiais estão olhando, melhor não bater.
– Aê, Sra., por nóis tá limpo, pó batê – diz um dos policiais.
– Ai mãe, num fiz nada aê mano
– O pessoal tava falando que quem passava trote tinha um sotaque estranho – diz o policial.
– AÊ MANO QUEM TEM SOTAQUE ESTRANHO AÊ É VOCÊ AÍ MANO
O policial não fala nada, só a mãe. Depois de um longo sermão…
– Aê puliça, chega mais aê mano
– ?
– Mais perto aê mano
– ??
– Tem como c me liberá aí mano tô com 1 reau aqui p’ocê, depois te pago uma coxinha

E essa foi mais uma das vezes que J.J. foi dormir no hospital.

Puta merda, alguém visita essa jossa!!

Setembro 21, 2006

Enquanto conversava com um colega de sala sobre o blog, caiu-me a ficha de que eu não sabia quantas visitas ele recebia. Cheguei hoje em casa e vi isso aqui:

Sim!

Sim!

Sim!!

Ah não 😦

 

Durante algum tempo o site vem sendo visitado. O que acontece é que essas visitas, um dia chegaram ao incrível – pelo menos para mim – topo de 51 acessos. Coisa que eu não esperava, achava que nem 15 pessoas vissem meu blog por dia. Mas o problema é que essas visitas caíram radicalmente (UUU! Radical) Sim, mi amigos, sim, pelo menos mais alguma coisa para me motivar. Agradeço à vocês 🙂 espero que daqui a um tempo eu esteja postando sobre a marca de 100 visitas 🙂

Prometo publicar mais histórias.
Mas para isso votem no 42 XD

Vote 42 por um governo melhor.

Setembro 18, 2006

 

Mais pra fremte eu vou tar butando minhas propostas como candidato aqui.

Candidato 42, um candidato sem nome, mas com competenssia estanpada na cara.